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Na última segunda-feira (28), o governador Geraldo Alckmin cortou o bônus para os professores e servidores da rede estadual de ensino, que desde 2008 premiava os profissionais da educação que atingiam bom desempenho no Idesp (Indicador de qualidade do estado). A proposta é retirar o benefício para promover um reajuste de 2.5% à categoria. O sindicato dos professores do Estado de São Paulo (Apeoesp) rejeitou a proposta do governo.

de acordo com a Peoesp, o percentual está muito distante do necessário para a valorização de uma categoria tão importante, sobretudo os professores estaduais paulistas que estão há dois anos sem reajuste salarial com grandes perdas acumuladas. "Por isso, a diretoria da Apeoesp recusou este percentual na própria reunião. Não dá para iniciar uma conversa sobre um reajuste tão insignificante".

De acordo com Maria Isabel Noronha (Bebel), presiente da Apeoesp, que é contra a política da meritocracia salaria (bônus), os professores e demais profissionais do magistério devem receber salários compatíveis e não gratificações, que não se incorporam ao salário e não se refletem na aposentadoria e nos benefícios da carreira, calculados sobre o salário base".

O projeto de lei será enviado à Assembleia Legislativa pelo governo e o percentual de aumento ainda será definido.

O sindicato realizará uma assembleia geral no dia 8 de abril, na capital paulista, para tratar sobre a questão do reajuste e temas como a CPI da Merenda, gestão democrática e ao não fechamento de classes.

Portal CTB

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