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Ampla plenária realizada na amanhã desta quarta-feira (25), na sede do Sintaema, empossou 176 delegados sindicais e debateu os desafios do movimento sindical e a questão da segurança no trabalho.

Na oportunidade foi anunciada a celebração de convênio com a Fundacentro (Fundação Jorge Duprat Figueiredo, de Segurança e Medicina do Trabalho). “Essa é uma importante vitória para a nossa base. Agora teremos base e dados sobre a nossa realidade e com essas informações podemos construir saídas e propostas de melhoria para os trabalhadores e trabalhadoras em Saneamento”, comemorou Renê Vicente, presidente do Sintaema e da CTB São Paulo.

Ainda durante sua fala, Vicente alertou sobre os desafios do momento, atualizou sobre as discussões da Campanha Salarial da categoria e destacou a importante vitória, alcançada em novembro de 2017, da materialização da Nova Norma Regulamentadora do Saneamento Nacional.

“Existem poucas informações em relação ao setor de saneamento que trata sobre as condições de trabalho e a saúde do trabalhador. Mas, esse é um importante passo e que vai sinalizar para um novo olhar sobre os trabalhadores da nossa categoria”, afirmou o presidente da Sintaema.

Organização e luta

“Hoje travamos uma forte resistência contra a retirada dos direitos. E o papel dos delegados e delegadas sindicais é fundamental na atual etapa. São esses homens e mulheres que formam o elo entre o sindicato e a base desta categoria. Só assim fortaleceremos o Sindicato e sem sindicato forte quem perde é a classe trabalhadora”, destacou Ronaldo Leite (foto acima), secretário de Formação da CTB, ao dar as boas vindas aos novos delegados e delegadas sindicais. 

Ao ressaltar a trajetória de luta do Sintaema, Nivaldo Santana (foto acima), secretário de relações internacionais da CTB e ex-presidente do Sintaema, afirmou que “nada foi conquistado sem luta e que a nossa categoria sempre foi protagonista na luta sindical em São Paulo e no Brasil”.

Santana lembrou que atravessamos a maior crise política em nosso país desde o fim ditadura militar. “O Brasil sofreu um brutal golpe e agora impõem ao nosso povo uma agenda ultraliberal que atenta contra nossos direitos, exemplos disso são os impactos da terceirização irrestrita e a reforma trabalhista, que rasgou a CLT”.

E completou: “A hora é de resistir e lutar. E será fundamental que a nossa categoria esteja vigilante na defesa dos direitos e na luta pela retornada de um projeto que tenha por centro a defesa dos interesses da classe trabalhadora”.

Joanne Mota - Portal CTB

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