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Trabalhadores e trabalhadoras da Empresa Brasileira de Correios (ECT) de sindicatos de São Paulo aprovaram, na noite da última quarta-feira (07), estado de greve contra a retirada da assistência médica da categoria.

A categoria lotou assembleias em sete regiões do estado para repudiar a afirmação da direção da ECT, que alega não ter dinheiro para pagar a dívida de R$ 500 milhões que acumulou juntos aos credenciados.

De acordo com os dirigentes, a situação está inviabilizando o atendimento dos funcionários e seus dependentes e colocando o convênio em risco de intervenção.

Durante a assembleia, os dirigentes do Sintect-SP, Manoel Feitosa e Silvana Azeredo, membros da Comissão que estuda o plano de saúde, relataram o resultado das reuniões da e os balanços e documentos apresentados pela empresa para reforçar a afirmação de que o plano médico é muito caro, e que é preciso cobrar mensalidade ou aumentar o compartilhamento, além de reduzir o acesso de dependentes.

“Isso é inaceitável porque significa a destruição de um direito conquistado pela categoria. E porque o trabalhador ecetista ganha muito pouco e não tem a mínima condição de pagar um convênio médico pra ele, e muito menos para os familiares. O convênio médico é um direito da categoria conquistado como muita luta, ao longo de vários anos; não podemos aceitar que a direção da empresa e o governo acabem com ele, como estão fazendo com a aposentadoria”, afirmou o diretor do SINTECT-SP Manoel Feitosa, que compõe a Comissão que estuda o plano de saúde.

Uma próxima reunião está agendada para sexta-feira, 9 de dezembro, entre os representantes dos trabalhadores e da empresa. A categoria espera que uma solução imediata seja apresentada pela empresa.

Na próxima quarta-feira, 14, os ecetistas voltam a se reunir em assembleia para deflagrar a greve a partir das 20h do dia 15.

Cinthia Ribas com Sintect-SP

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