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Sáb, Maio

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A empresa União Brasileira de Vidros (UBV), sediada na zona sul paulistana, amanheceu, nesta segunda-feira (24), com assembleias dos trabalhadores nos diversos turnos de entrada para discutir a ameaça de não pagamento do Programa de Participação e Resultados (PPR) aos funcionários.

Pelo acordo do Sindicato dos Vidreiros e a empresa, o PPR pode chegar a R$2.927, um aumento de 6% em relação a 2016. Desse valor, R$1.200 devem ser pagos até o próximo dia 31/7. Tradicionalmente, a UBV creditava o pagamento até o dia 20/7, mas neste ano avisou que não o faria.

“Desde às 5h da manhã estamos aqui conversando com os trabalhadores e a participação nas assembleias foi total. Atrasamos por duas horas a entrada do pessoal das 6h e por uma hora o pessoal das 7h. O acertado é que, se a empresa não pagar até o dia 31, vamos parar por tempo indeterminado”, disse José de Narciso, diretor do sindicato e dirigente da CTB-SP.

A UBV é a maior empresa de fabricação de vidros planos impressos da América Latina e produz cerca de 240 toneladas por dia. Segundo Narciso, a indústria já teve mais de 400 trabalhadores e, atualmente, com sucessivos cortes nos últimos anos, conta com 180 operários, que trabalham “no limite” de sua capacidade de produção.

CTB-SP

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