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Sex, Dez

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Até quando a barbárie vai reinar?

A toque de caixa eles mandam operar
O golpe, trapaça, mentira
O sentido da coisa é tirar a nossa vida
Vida de um povo sofrido
Vida de um povo que luta
Vida da bala perdida

O endereço é certo, negro, favela, periferia
As lágrimas que correm por dentro
Não são mera melancolia
Como fazer do Brasil a nossa idolatria
Penso, só ter um jeito
Romper as barreiras do preconceito
Fazer a lição de casa
Eleger governador, senador, deputado, vereador e prefeito

Só vale gente da gente
Para banir tudo isso
Precisa ter compromisso
Com o novo, uma nova cidade
O mundo humano sem desigualdade
Tem que ter fé e coragem
Para mudar a realidade

Como dizia o ditado
Nem tudo está perdido
A esquerda não é esquerdeopatia
Com convicção e projeto
Precisa unir com sabedoria
Se pensarmos juntos
Faremos de novo
É só derrubar o muro do precenceito
O nosso povo é o grande sujeito

Ele pode, tem consciência, magia
Para transformar o tédio em melodia
Basta dessa elite medíocre, xenófoba, racista, intolerante
Não há razão para tanto conservadorismo
A burguesia destila seu ódio de paraquedismo
Do céu, para nós é só tempestade
No mundo real, exploração, violência, morte, extermínio é realidade

Hoje, são Marielle e 5 garotos
Amanhã seremos eu, você e outro
Ninguém se salva da selvageria
Sem a convicção de que o caminho é a luta, a mudança, a nossa razão de viver
O tempo reclama uma certa urgência
Nao tenho razão para ter paciência
Chegou a nossa hora
Comunidade, rebele-se!

Eu quero ser feliz. Não quero mais nada. Eu quero viver.
Quem sabe, faz agora! Não espera acontecer...

Adilson Araújo
Presidente Nacional da CTB

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