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Qui, Mar

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Depois de dez rodadas de negociação, os bancos apresentaram uma nova proposta às reivindicações dos bancários na noite deste sábado (25).

A proposta da Fenaban prevê reajuste de 5% (aumento real de 1,18% sobre uma inflação do INPC projetada em 3,78%) para salários e demais verbas, e garantia de manutenção de todos os direitos previstos na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), válida para todos os empregados de bancos públicos e privados em todo o Brasil.

O acordo terá validade de dois anos, já garantida para 2019 a manutenção de todos os direitos, além da reposição total da inflação (INPC), mais 1% de aumento real para salários e demais verbas.

O Comando Nacional dos Bancários orienta a aprovação da proposta nas assembleias que acontecerão na próxima quarta-feira (29).

Conheça mais da proposta:

• Volta a PLR integral para bancárias em licença-maternidade e afastados por doença ou acidente;

• Garante o parcelamento do adiantamento de férias em três vezes, a pedido do empregado;

• Mantém todos os direito da CCT ao hipersuficiente (quem ganha mais de R$ 11.291,60);

• Mantém o direito ao adiantamento emergencial para quem tem recurso ao INSS por 120 dias (cláusula 65);

• Realização do terceiro Censo da Diversidade, levantamento fundamental sobre o perfil da categoria para a promoção da igualdade de oportunidades;

• Está mantida a proibição da divulgação de ranking individual, prevista na cláusula 37ª da CCT, conquistada pela categoria como forma de reduzir a pressão por metas;

• Bancário demitido não precisará mais requerer o pagamento da PLR proporcional se tiver conta corrente ativa no banco; os demais terão prazo para solicitar o pagamento;

• Mantém o salário substituto (cláusula 5ª);

• Cláusula do vale-transporte volta a ser a conquista da categoria de 4% de desconto sobre o salário base;

• Os bancários e bancarias terão até 30 dias para apresentar o recibo para reembolso do auxílio-creche; os bancos queriam que esse prazo fosse menor, de 10 dias;

•Volta a cláusula que previa adicional de insalubridade e periculosidade (cláusula 10ª);

• Horário de almoço poderá ser flexibilizado de 15 minutos para 30 minutos na jornada de seis horas (exceto para teleatendimento e telemarketing);

• Mantém o vale-cultura (cláusula 69) .

Federação dos Bancários dos Estados da Bahia e de Sergipe - Feebbase, com informações da Contraf

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