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Qua, Jul

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A diferença é gritante e os números incontestáveis. Se não fosse a política de valorização do salário mínimo, implementada em 2004, no governo Lula, e que agora Bolsonaro vai acabar, hoje o valor da mínima remuneração permitida em lei seria de apenas R$ 573,00, ao invés dos R$ 998,00 praticados em todo país. São 42,59% a menos. Demais.

E não se pode deixar de registrar que logo no primeiro dia de governo, em 1º de janeiro, antes mesmo da solenidade de posse, o presidente assinou decreto reduzindo o salário mínimo aprovado pelo Congresso Nacional, que era de R$ 1.006,00, para os atuais R$ 998,00. Tomou R$ 8,00 do trabalhador.

A intenção é justamente arrochar, desvalorizar o salário mínimo em vez de valorizar. O IBGE considera que o piso nacional deveria ser de R$ 3.960,57, ou seja, 396,85% a mais do que é pago hoje.

Na real, o governo Bolsonaro apenas dá uma maquiagem no que se pode chamar de trabalho análogo à escravidão. Institucionaliza a prática. A desvalorização do salário mínimo é uma forma concreta de as elites manterem o escravismo.

O Brasil vive uma mistura de plutocracia, com forte componente fascista e orientação econômica ultraliberal. O povo não conta. Só o lucro interessa.

 

com informações de bancariosbahia.org.br

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