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Sáb, Dez

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Os números computados pelo Brasil após reforma trabalhista continuam sendo negativos e sinalizam para uma realidade de crise. Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho, e foram divulgados no final da tarde desta sexta (20).

Adilson Araújo: A reforma trabalhista precariza, mutila e mata

A pesquisa indica que o Brasil fechou 20.832 vagas com carteira assinada em 2017, terceiro ano seguido no vermelho.

Segundo a pesquisa, no mês passado, o número de demissões (1.168.192) superou o de contratações (1.167.531 contratações), com um saldo de 661 postos de trabalho fechados. 

 O comércio e a indústria puxaram o resultado negativo. 

 Extrativa Mineral : -88

Administração Pública: -855

Construção Civil: -934

Indústria: -20.470

Comércio: -20.971

Trabalho intermitente avança

Segundo o ministério, a modalidade de trabalho intermitente - a possibilidade de trabalhar sem horário fixo e ganhando apenas pelas horas trabalhadas - registrou 4.068 novas contratações frente 1.380 demissões em junho.

As contratações desse tipo se concentraram no setor de serviços (1.348), no comércio (483) e na indústria (366).

Salários despencam

Outro impacto sentido pela classe trabalhadora e a desvalorização dos salário após a reforma. Em junho, por exemplo, o salário médio de admissão foi de R$ 1.534,69, enquanto a média na demissão foi de R$ 1.688,25.

E fica pior. Quando descontamos a inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), houve queda de R$ 12,26 (-0,79%) no salário de admissão e de R$ 18,25 (-1,07%) no salário de desligamento, em comparação com o mês anterior.

Portal CTB - Com informações das agências

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