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Sex, Dez

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Após reunião nesta segunda-feira (8), centrais sindicais (CTB, CUT, INTERSINDICAL, Nova Central, UGT e Força Sindical), juntamente com movimentos sociais, como Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e a Marcha Mundial das Mulheres lançaram, em São Paulo, a campanha "Cadê a prova?", para esclarecer à população que, mesmo provando sua inocência, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi condenado pelo juiz da 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba, Sérgio Moro, no caso do chamado triplex do Guarujá que pertence à empreiteira OAS.

O julgamento de Lula segue agora em segunda instância e no próximo dia 24 será iniciada nova etapa pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre.

"Foi apresentado material de duas campanhas publicitárias: a "Cadê a Prova?" e " EU VOU com Lula a Porto Alegre". A Campanha "Cadê a Prova?" tem como objetivo dialogar esclarecer o que está por traz da campanha liderada pela grande mídia em torno desta questão", externou o secretário nacional de Formação da CTB, Ronaldo Leite, que representou a central na ocasião.

Ele ainda indicou que foi proposto que o dia 13 de janeiro seja organizado um "Dia Nacional de Criação de Comitê Populares em defesa do Direito de Lula a ser candidato e a apresentação de um calendário nacional de atividades em Porto Alegre. Além disso, foi consenso a criação de Comitê Sindical Nacional em defesa do direito de Lula a ser candidato".

Leite ainda indicou que, em São Paulo, estão programadas uma grande vigília que começam na noite do dia 23 e um grande ato político, às 18h do dia 24, na Avenida Paulista, com a presença do ex-presidente Lula. “A defesa de Lula não anula as outras pré-candidaturas progressistas à Presidência. É a defesa da legitimidade de o povo escolher nas urnas o seu candidato”, reafirmou o dirigente. 

Porto Alegre

Milhares de pessoas são esperadas para uma grande vigília na capital gaúcha, que começará no dia 23 e ocupará as ruas até o desfecho do julgamento, cujo início está marcado para as 8h30 do dia 24. 

Portal CTB - Com informações da RBA

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