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Sex, Dez

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Crise avança no país e desemprego - taxa que computa os que estão na luta pela recolocação no mercado - atinge 13,4 milhões de trabalhadores,12,9% em média. Os dados divulgados terça-feira (29) são do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) que analisou o trimestre encerrado em abril. 

De acordo com o Instituto, isso representa alta de 5,7% em relação ao trimestre anterior.

Desalento avança

O IBGE indica que o dado pode ser ainda pior, já que há movimentações no mercado de trabalho que indicam que há ampla parcela de trabalhadores desistindo de procurar emprego diante da instabilidade da economia e das incertezas políticas. Esses seguimento é classificado pelo IBGE como desemprego por desalento.

Os dados do IBGE apresenta um Brasil bem diferente daquele que um dia chegou a festejar o pleno emprego. Até abril, o país soma 65,176 milhões de pessoas fora da força de trabalho. lembrando que na pesquisa anterior, a subutilização da força de trabalho e o desalento no Brasil já haviam batido recorde.  

Efeito cascata

A pesquisa revelou que o corte de vagas foi puxado pelo comércio, que perdeu 439 mil postos de trabalho em relação ao trimestre anterior. Essa desaceleração no Comércio leva em conta o recuo do poder de compra - salário desvalorizado - e o número cada vez mais de desempregados.

Sem uma política de retomada, com investimentos e geração de emprego, as saídas para a crise ficam cada vez piores. E o mercado segue registrando fechamento de vagas com carteira assinada. O contingente de empregados formais caiu 1,7% nos três meses até abril em relação ao ano anterior.

Portal CTB - Com informações do IBGE

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