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A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) segue em mobilização intensa no Congresso Nacional contra a reforma da Previdência. A central protagoniza uma grande jornada de lutas em todo país e nos corredores do poder, em Brasília,  para impedir o desmonte da Previdência Social e garantir os direitos da classe trabalhadora. O presidente, Adilson Araújo, e o secretário de Relações do Trabalho da CTB,  Paulo Vinícius (PV), estiveram ontem (6) com parlamentares, representantes de movimentos sociais e entidades sindicais num ato contra a Reforma da Previdência e em defesa da democracia na Câmara dos Deputados.

Após a manifestação, os dirigentes da CTB estiveram reunidos com deputados da minoria na Câmara para discutir estratégias de mobilização contra a reforma e, no final do dia, foram recebidos pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR), que destacou o papel importante que entidades como a CTB vem desenvolvendo na luta pela democracia e pela manutenção dos direitos frente a esse período de retrocesso que o Brasil atravessa. 

"Fizemos aqui um dia de preparativos para a grande jornada de lutas em defesa da Previdência, que terá o seu ápice no dia 19 de fevereiro.  Participamos de uma audiência pública muito bem concorrida que expressou a unidade de vários partidos e movimentos. Estamos em contato direto com os deputados, senadores,  pedindo que votem contra a reforma da Previdência", declarou Paulo Vinícius. 

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Para o presidente da CTB, "a agenda de lutas no Congresso está em sintonia com os desafios e o tamanho da responsabilidade que tem a nossa central na defesa dos interesses da classe trabalhadora. A CTB vem preenchendo esse espaço,  compreendendo que a melhor resposta frente a essa agenda ultraliberal é resistir a todo custo. Dia 19 é um dia decisivo e vai ser muito importante ganhar as ruas do Brasil para barrar essa proposta do desmonte da Previdência social".

Adilson Araújo participou ainda de uma entrevista coletiva com a imprensa onde defendeu que "a Previdência Social é dinheiro do povo investido no país, a partir da compreensão e da dedicação das famílias, inclusive as mais carentes, que contribuem. Essa reforma prejudica a classe trabalhadora e quebra o país",   disse o dirigente aos jornalistas, ao destacar que hoje, em mais de 4 mil municípios brasileiros o recurso da contribuição previdenciária da população é maior que o fundo de participação dos municípios.

 

De Brasília,  Ruth de Souza  - Portal CTB 

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