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Seg, Dez

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Contrariando o discurso da gestão ilegítima de Michel Temer sobre suposta recuperação econômica, desemprego avança e atinge atinge 13,1 milhões de brasileiros. Os dados foram divulgados nesta quinta (29) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e fazem parte da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua. 

Isso representa alta de 4,4% em relação ao trimestre de setembro a novembro. 

Ao comentar o avanço do desemrpego, o diretor do Dieese, Clemente Ganz Lúcio, afirma que "o patamar de desemprego vai subir ainda mais, não sei o que vai acontecer mais para frente, o que vamos inventar para reduzir o desemprego. Talvez reduzir a jornada de trabalho. Porque, mesmo que a taxa de desemprego fique menor, será com muita ocupação informal, que seria uma perda de qualidade na nossa economia”.

 

Subemprego e precarização em alta

O estudo também apontar que os empregados com carteira assinada atingiu o menor nível desde 2012. Foram 33,1 milhões de pessoas com registro no trimestre encerrado em fevereiro contra 33,2 milhões na comparação com o trimestre de setembro a novembro. E são 23,1 milhões na categoria "trabalhadores por conta própria".

Já o número de empregados sem carteira assinada (10,8 milhões) rsubiu 5% em relação ao mesmo trimestre de 2017.

O IBGE destacou que a taxa média de desemprego subiu em 2017 anual no Brasil atingiu 12,7%, a maior da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012, de acordo com dados do IBGE. 

Para esta pesquisa, foram analisadas 211.344 casas em cerca de 3.500 municípios. O IBGE considera desempregado quem não tem trabalho e procurou algum nos 30 dias anteriores à semana em que os dados foram coletados.

Portal CTB - Com informações do IBGE

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