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Ter, Dez

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Fica cada vez mais evidente que o mais importante para os bancos é lucrar. Não interessa manter postos de trabalho e os dados revelam. No primeiro semestre, foram eliminados 2.846 vagas no setor. Emprego é o tema da próxima negociação entre Comando Nacional dos Bancários e Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), nesta quarta-feira (25/07). 

Os bancos múltiplos com carteira comercial - que engloba Itaú, Bradesco, Santander e Banco do Brasil - fecharam 1.804 postos, aponta o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Já a Caixa fechou 1.101 vagas no período, em decorrência do PDE (Programa de Desligamento de Empregados).

Vale destacar que os cinco bancos são responsáveis por empregar cerca de 90% dos bancários no país. Por isso, o tema emprego é uma das prioridades da categoria e os bancos podem atender. Para se ter ideia da boa vida, o lucro das empresas saíram de R$ 58 bilhões em 2016 para R$ 77,4 bilhões no ano passado, crescimento de 33,5%. No primeiro trimestre, mais recorde, R$ 20,6 bilhões. Detalhe: em um cenário de crise.

Realidade diferente

Nos bancos, a realidade do homem e da mulher é bem diferente. Elas têm dificuldades desde que dão o primeiro passo nas agências. Além das barreiras para subir de carreira, são discriminadas no bolso, mesmo com a mesma função.

A pesquisa mostra que as 6.729 mulheres admitidas entre janeiro e junho deste ano tinham salário médio inicial de R$ 3.452,00, valor correspondente a 71% da remuneração média paga aos 7.219 homens contratados no mesmo período.

A discriminação é percebida também na demissão. As 8.338 desligadas ganhavam em média R$ 5.571,00, valor 74% da remuneração média dos 8.456 homens desligados.

Fonte: SEEB - Bahia

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