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O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) está na mira do "super ministro da Economia" de Jair Bolsonaro, Paulo Guedes. Informações divulgadas nesta sexta (7), dão conta que, a partir de 2019, o INSS passará a integrar o 'Superministério' da Economia, pasta que vai incorporar os atuais ministérios da Fazenda, Planejamento e Indústria e Comércio Exterior.

Com isso, o INSS deixa de pertencer ao Ministério de Desenvolvimento Social (que será extinto e entrará no futuro Ministério da Cidadania) e volta a integrar a mesma pasta que comanda a Previdência Social.

Caso se concretize, o futuro ministro comandará a área de Previdência desde a elaboração de políticas, como a proposta de reforma, até a gestão da área, com o atendimento ao público.  Atualmente, o Instituto Nacional do Seguro Social é vinculado ao Ministério do Desenvolvimento Social. 

Concentração de poder

Além do INSS, Guedes também vai gerir, após o fim do Ministério do Trabalho, dois fundos bilionários do governo, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) , que bancam pagamentos de abono salarial e seguro-desemprego.

De acordo com Onyx Lorenzoni (MDB), ministro extraordinário da transição entre os governos Temer e Bolsonaro e futuro ministro da Casa Civil, com o fim da pasta do Trabalho, as funções do atual Ministério serão divididas entre os ministros da Justiça, Sérgio Moro, da Cidadania, Osmar Terra, e da Economia, Paulo Guedes.

Portal CTB - Com informações das Agências

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