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Qui, Dez

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Em reunião, nesta segunda-feira (15), na sede da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), o Fórum das Centrais Sindicais (CTB, CSB, CUT, Força Sindical e Nova Central) definiu apoio à luta do Sindicato dos Metroviários de São Paulo contra privatização do Metrô. "Estaremos juntos com os Metroviários na luta contra a privatização do Metrô de São Paulo", definiu o Fórum.

Durante sua fala na reunião, o presidente nacional da CTB, Adilson Araújo, confirmou sua presença na assembleia da categoria e destacou que "a CTB marchará junto com os Metroviários contra mais esse ataque".

A categoria decidiu realizar uma paralisação de 24 horas no dia 18 de janeiro contra a privatização do metrô, a terceirização das bilheterias e o aumento das tarifas. O Sindicato informou que está prevista a realização de nova assembleia nesta quarta-feira (17) para organizar a paralisação. 

Veja a agenda de luta da categoria:

– 17 de janeiro: ASSEMBLEIA, no Sindicato dos Metroviários, 18h. Pauta: Preparação da GREVE contra a privatização, terceirização das bilheterias e aumento das tarifas;

– 18 de janeiro: Greve de 24 horas da categoria;

– 19 de janeiro: ato público, a partir das 9h,  em frente a Bolsa de Valores (rua Quinze de novembro, Centro), onde está marcado o leilão de privatização;

– Realização de setoriais nas áreas (veja calendário no site do Sindicato)

Fraude em licitação

Além da luta contra a privatização, o Sindicato dos Metroviários de São Paulo denuncia que o governo de Geraldo Alckmin (PSDB) está direcionando a licitação de concessão das Linhas 5-Lilás (Capão Redondo-Chácara Klabin) e 17-Ouro (Congonhas-Morumbi) para garantir a vitória da atual concessionária da linha 4-Amarela (Butantã-Luz), a CCR, formada por Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e Triunfo Participações.

Suspeita de fraude: sindicato acusa Alckmin de direcionar licitação de linhas do Metrô

“A licitação das linhas 5 e 17 é completamente viciada. São cartas marcadas. A própria CCR vai ganhar, é a única empresa que atende os requisitos técnicos e a única que fez visita às linhas para avaliá-las”, afirmou o coordenador do sindicato Wagner Fajardo.

Portal CTB - Com informações do Sindicato dos Metroviários

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