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Ter, Dez

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No dia 9 de abril de 1988, uma histórica plenária nacional realizada em Campinas reuniu representantes de mais de 200 entidades sindicais de todo o país. 

O país vivia um período de hiperinflação e arrocho salarial (governo José Sarney) e, nesta conjuntura, os grupos ligados ao campo de esquerda decidiram romper com a direção nacional da então Central Geral dos Trabalhadores (CGT). 

Assim nasceu, há 30 anos, a Corrente Sindical Classista (CSC).

"A CSC rompeu com a direção da antiga CGT e entre suas principais resoluções destacavam-se a preparação da greve geral contra o arrocho salarial, desemprego e outras medidas do presidente da época, José Sarney, e a eleição de sua primeira coordenação nacional", diz o secretário de relações internacionais da CTB, Nivaldo Santana, que participou da plenária.

Esta corrente do movimento sindical foi formada pelos trabalhadores e trabalhadoras que defendiam um sindicalismo democrático, plural e classista, com unicidade e buscando a valorização do trabalho e da classe trabalhadora.

"Unicidade sindical como alicerce indispensável para uma união mais ampla das categorias. Liberdade sindical e autonomia da central em relação ao capital, a governos e partidos políticos, o que não deve ser confundido com neutralidade na luta política", diz trecho do manifesto lançado à época. 

A CSC atuou, inicialmente, dentro da Central Única dos Trabalhadores (CUT), mas se separou da central em 2007 e foi uma das bases para a criação da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), em 12 de dezembro daquele ano - central que completou uma década de história em 2017.

Portal CTB

 

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