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Sáb, Dez

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Justiça. Bancário e sindicalista Aluízio Palhano Pedreira Ferreira, que era dado, até hoje, como desaparecido político, foi identificado entre as ossadas remanescentes de uma vala clandestina no cemitério clandestino em Perus - São Paulo.

A informação é do Grupo de Trabalho Perus (GTP) anunciou nesta segunda (3) a identificação do segundo desaparecido político entre as ossadas descobertas no cemitério clandestino. 

Aluízio Palhano Pedreira Ferreira foi presidente do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro e da Contec, confederação nacional do setor, além de dirigente do Comando Geral dos Trabalhadores (CGT), entidade dissolvida após o golpe de 1964. Quando desapareceu, Ferreira militava na Vanguarda Popular Revolucionária (VPR).

Ele foi morto em 1971 pela ditadura militar. Tinha 48 anos. Ele morreu no DOI-Codi de São Paulo, comandado à época por Carlos Alberto Brilhante Ustra, militar citado como "herói" pelo presidente eleito Jair Bolsonaro.

Segundo a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a confirmação foi concluída no mês passado, depois que o GTP recebeu resultados de exames de DNA a partir de amostras enviadas a uma entidade em Haia, na Holanda.

O anúncio foi feito durante o I Encontro Nacional de Familiares, que está sendo realizado Brasília, promovido pela Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos.

Portal CTB - Com informações da Unifesp

Foto: Unifesp

 

 

 

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