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Qui, Dez

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O nível de insatisfação com o governo de Michel Temer aumentou. De junho para setembro, o número de pessoas que considera a atual administração ruim ou péssima subiu de 79% para 82%. Essa é a pior avaliação desde o início de seu mandato, em 2016.

A pesquisa é do Instituto Ibope e foi contratada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A parcela da população que considera o governo ótimo ou bom manteve-se em 4%. O percentual dos que confiam no presidente passou de 6% para 5%, enquanto o percentual dos que não confiam mantém-se em 92%.

Quanto à maneira de governar do presidente Temer, a aprovação oscilou de 7% para 6%. A taxa de desaprovação, por sua vez, variou de 90% para 92%, também dentro da margem de erro da pesquisa.

A popularidade do governo Temer caiu mais entre os entrevistados com ensino médio completo e educação superior. Os percentuais dos que avaliam o governo como ruim ou péssimo sobem, respectivamente, cinco e seis pontos percentuais nesse grupo de entrevistados. 

A insatisfação com o governo Temer cresceu de maneira significativa nas regiões Sul e Norte/Centro-Oeste, entre junho e setembro. Na primeira verifica-se um aumento de nove pontos percentuais entre os que avaliam o governo como ruim ou péssimo, com o percentual alcançando 82%.No Norte/Centro-Oeste cresceu de 73% para 81%.Na região Sudeste, subiu de 77%, em junho, para 81%, em setembro, no limite da margem de erro.

Já na região Nordeste, verifica-se um recuo de 89% para 83%, em setembro.O percentual de desaprovação da maneira de governar do presidente Michel Temer cresceu de maneira significativa entre os respondentes com 55 ou mais anos de idade, passando de 81% para 87%, entre os levantamentos de junho e setembro. Ainda assim, este grupo continua sendo o que melhor avalia governo Temer e sua maneira de governar. Esse grupo também é o que apresenta menor percentual dos que não confiam no presidente Michel Temer (86%) e dos que avaliam seu governo como ruim ou péssimo (75%).

A maior taxa de desaprovação é para a área dos impostos, que desagrada a 92% dos brasileiros, seguida da taxa de juros (89%), do combate ao desemprego (89%), da saúde (89%) e da segurança pública (87%).

A popularidade do governo Temer caiu mais entre os entrevistados com ensino médio completo e educação superior, entre junho e setembro de 2018. Os percentuais dos que avaliam o governo como ruim ou péssimo sobem, respectivamente, cinco e seis pontos percentuais nesse grupo de entrevistados.

Além disso, entre aqueles com ensino médio completo, o percentual dos que não confiam no presidente é 94% e entre os com educação superior é de 96%, o mais alto entre os estratos por grau de instrução. A pesquisa CNI/Ibope também apresenta a avaliação da população quanto à atuação do governo em nove áreas. As política e as ações do governo federal são reprovadas por, pelo menos, 79% dos entrevistados.

A maior taxa de desaprovação é para a área dos impostos, que desagrada a 92% dos brasileiros, seguida da taxa de juros (89%), do combate ao desemprego (89%), da saúde (89%) e da segurança pública (87%).Os percentuais de desaprovação oscilaram positivamente para quase todas as áreas avaliadas.

Segundo a pesquisa, o percentual da população que considera o governo Temer pior que o de Dilma Rousseff variou de 63% para 60%, enquanto os que consideram a atual administração melhor do que a anterior oscilou de 9% para 7%.Em relação ao restante do mandato do presidente Michel Temer, 75% dos entrevistados consideram que será ruim ou péssimo – em junho, a parcela foi de 74% – e os que consideram que será bom ou ótimo permaneceu em 5%.

Portal CTB com Monitor Digital  

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