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Ter, Dez

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Com uma política econômica de garganta, o governo ilegítimo de Temer não consegue mais esconder a crise e o PIB (Produto Interno Bruto) pode ser ainda menor que o previsto para 2018. A avaliação é do economista Guilherme Mello, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que em entrevista à RBA apontou como tendência uma evolução do índice para próximo de 1%, como no ano passado. Ele também destacou que o cenário internacional é ameaça real e pode trazer complicações.

Em 2017, o balanço trimestral do PIB já apontava diminuição no ritmo de crescimento, com elevação de 1,3% no primeiro trimestre, 0,6% no segundo, 0,2% no terceiro e 0,1% no último.

E mais, o avanço de 1% do PIB em 2017 não se deu sobre bases sólidas e por projeto de retomada de crescimento. Dois fatores foram fundamentais: a alta do agronegócio e saques do FGTS.

Com a divulgação, na última semana, do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), o governo recebeu um "balde de água fria" em suas expectativas - pelo menos nas expectativas que diz ter em seus discursos.

O desencontro entre o Brasil de Temer e a realidade concreta da crise assombra. Somos cerca de 30 milhões de desempregados e subempregados; 11,1 milhões de jovens sem emprego e acesso a estudo; mais de 15 milhões de analfabetos; e a violência avança sem limites. Esse é o desgoverno que se instalou com o golpe de 2016.

Não há saída sem projeto. Só se sai de uma depressão com um plano organizado. O Brasil precisa ter um plano de investimento e ampliação de benefícios sociais. Sem investimento, valorização dos salários e mais empregos estaremos longe do Brasil forte e pujante que alardeia Michel Temer.

Portal CTB

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