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Ter, Dez

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Na manhã desta terça (8), no auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados, entidades, movimentos sociais e parlamentares que atuam em defesa das empresas públicas realizaram um seminário, seguido de manifestação e lançamento do livro “Se é público, é para todos”.  O evento denunciou o desmonte do Estado e a retirada de direitos dos trabalhadores, promovidos pelo governo Temer e seus aliados no Congresso. 

Notícias recentes dão conta do ataque que o governo promove contra o setor público. O anúncio do fechamento de agências e demissões nos Correios é um exemplo. Serão 513 agências próprias e cerca de 5.300 dispensas. A medida foi aprovada em reunião da diretoria em fevereiro e mantida em sigilo pela empresa. Só em São Paulo serão fechadas 167 agências (90 na capital e 77 no interior), e os clientes deverão ser atendidos por franqueadas, numa clara preferência pelo investimento privado.

Representando a CTB no ato, o secretário de Relações do Trabalho da central, Paulo Vinicius (PV), denunciou o avanço do Estado de Exceção no país pós-golpe de 2016:

"Implantado pelo Golpe, que retirou Dilma Rousseff da presidência, o Estado de Exceção avança na violência contra a classe trabalhadora - que é expulsa de seus empregos e tem de sair com a família para viver nas ruas - e com o assassinato de mais de 70 lideranças, como no caso de Marielle. É a violência em que o MEC chama a polícia para bater nos estudantes da UnB. Pra que tanta violência?! Para fazer os negócios espúrios que tem feito, entregando o pré-sal aos gringos, vender a Eletrobrás e destruir os direitos dos trabalhadores. O povo não aceitará!", declarou.

De Brasília, Portal CTB

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