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Qui, Dez

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Análise publicada pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), a partir de dados pulicados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, revela o resultado trágico após a entrada em vigor da reforma trabalhista.

De acordo com o estudo, os bancos contrataram mais do que demitiram em janeiro, abrindo 652 postos formais de trabalho, mas, nessa "troca", está embutida uma redução de ganhos: o salário médio dos trabalhadores admitidos foi de R$ 3.736,79, enquanto a média dos demitidos era de R$ 6.512,12.

Assim, o contratado ganha 57,4% do que ganhava o dispensado. 

Desigualdade de gênero

Essa realidade é ainda pior para as mulheres. Dos 1.283 trabalhadoras contratadas no primeiro do ano, a média era R$ 3.116,41, enquanto a dos 1.316 homens foi de R$ 4.341,62. Elas passaram a ganhar 71,8% do salário deles. Entre os demitidos, esse índice chegou a 76,3%.

Portal CTB - Com informações do Dieese

 

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