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Sáb, Dez

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Informações publicadas nesta segunda (3) pelo jornal Folha de São Paulo comprova o desinteresse dos médicos pela medicina da família. Dados obtidos do Ministério da Educação  mostram que a adesão a esse modelo ainda é baixa. Neste ano, de 3.587 vagas autorizadas para ingresso na residência em medicina da família, só 1.183 foram preenchidas —33%. 

 

Hoje, o país tem 6.000 especialistas em medicina da família e comunidade, menos de 2% do total de médicos.

O desinteresse é proporcional à necessidade: nos últimos cinco anos, o número de vagas para a especialidade cuja principal função é prestar cuidados de saúde e prevenir doenças de uma comunidade cresceu mais de 260%, de 991 para 3.587.

Foi exatamente esse déficit logístico e profissional que fez com que os Programa Mais Médicos procurasse parceria para ter profissionais cubanos nos últimos anos.

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Portal CTB - Com informações das agências

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