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Sáb, Dez

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"Neste momento a gente prioriza a agenda da reforma da Previdência sem nenhum tipo de otimismo, sem nenhum discurso onde a gente diga que essa é uma matéria que estará resolvida em fevereiro de 2018", afirmou o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, em entrevista à imprensa. Questionado sobre um limite de prazo para a votação da reforma da Previdência, Maia disse que "se não votar agora, não vota mais".

Na mesma linha, o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun (MDB), reconheceu que a gestão Michel Temer não tem o número suficiente de votos para a aprovação da proposta e descartou, de forma categórica, votar a proposta que reforma a Previdência Social depois de fevereiro.

Por se tratar de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), para que o texto passe pela Câmara, são necessários pelo menos 308 votos, em dois turnos.

Governo bate o pé

Por outro lado, após reunião na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em São Paulo, Marun afirmou que governo e Congresso não têm plano B para Previdência e reforçou que não há possibilidade de o governo adiar a votação do texto para depois da data marcada, entre 19 e 21 de fevereiro.

"Em relação à reforma da Previdência, nós não temos a mínima cogitação no sentido em que ela venha a ser adiada. Ela vai ser votada na Câmara no mês de fevereiro e nas datas que estão previstas, 19, 20 e 21 deste mês", afirmou o ministro a jornalistas. 

O ministro disse que deve se reunir na segunda-feira com o presidente da Câmara para discutir a votação da proposta e evitou falar sobre o pessimismo de Maia em relação à Previdência. "Talvez nesses dias que se ausentou (do Brasil) não esteja com as informações suficientes que nós temos".

Privatização da Eletrobras

Ao ser questionado se a privatização da Eletrobras poderia ficar para 2019, em troca de apoio para a Previdência no Congresso, Marun negou. "Não tenho informação de que tenha havido alteração no pensamento do governo", afirmou. 

Portal CTB - Com informações do Valor Econômico

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