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O ilegítimo Michel Temer, o pré-candidato Henrique Meirelles (ex-Fazenda) e Carlos Marun: a turma reunida

O ministro da Secretaria de GovernoCarlos Marun, propôs neste domingo (22) que o MDB e o pré-candidato do partido à Presidência da República, o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles, defendam o fim da gratuidade total aos pacientes no Sistema Único de Saúde (SUS).

Esta e outras propostas ao plano de governo do pré-candidato Meirelles foram feitas em um grupo do whatssapp que reúne parlamentares do partido. 

Marun também sugeriu anistia ao caixa dois nestas eleições, e a criminalização do mesmo nas próximas. 

“Vamos desburocratizar as eleições, mas punir realmente o uso de dinheiro ilegal nos pleitos. Podemos propor uma forma de leniência para o caixa dois já praticado e o criminalizarmos para o futuro”, escreveu o ministro, que é alvo da Operação Registro Espúrio, suspeito de interferir em registro de sindicatos no Ministério do Trabalho.

“Vamos propor mandatos para o STF, revogar a Lei da Bengala, votar a Lei do Abuso de Autoridade, e criar uma Corte Constitucional que possa dirimir conflitos entre as decisões do STF e a Constituição Federal. Vamos propor um Conselho Superior para as Polícias, para que não prospere o Estado Policialesco e as ações dos maus policiais tenha controle externo.”

O conteúdo da mensagem foi divulgado pelo Estadão: 

Reformas: Marun conclama os emedebistas a se comprometerem a realizar em novembro deste ano a reforma da Previdência - abandonada pelo governo Temer após a intervenção federal na segurança do Rio.

Para o próximo mandato, ele sugere que seja iniciado em janeiro o debate de uma reforma política que corte de despesas, por meio da redução do número de parlamentares e partidos e defende o fim da reeleição para o Poder Executivo. O ministro defende uma reforma da a administração pública “com a relativização da estabilidade e  um teto salarial de acesso ao serviço público, não superior um terço do teto de saída”. “Vamos radicalizar nas privatizações e propor a autonomia do Banco Central”, discorre.

Saúde e Educação: O ministro defendeu a manutenção do principal programa federal de transferência de renda, mas pregou uma mudança no SUS, hoje gratuito a todos os usuários - os atendimentos de saúde passariam a ser cobrados de uma parcela da população. “Vamos manter o Bolsa Família, mas vamos propor um valor mínimo para o atendimento pela saúde pública, mantendo a gratuidade absoluta somente para aqueles que são realmente carentes”, sugeriu.

Portal CTB com informações de Estadão 

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