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Sex, Dez

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O presidente Michel Temer anunciou em rede nacional que o governo acionou as forças de segurança para liberar as estradas no país. O objetivo é colocar fim à greve dos caminhoneiros que entrou no seu quinto dia e já causa desabastecimento generalizado.

Na quinta (24), um acordo foi firmado entre representante da categoria e o governo e algumas das exigências atendidas. Porém, a paralisação seguiu nesta sexta (25), com 521 pontos de interdição em todo o país.

O protesto é contra o aumento do preço do diesel, após o produto sofrer 11 reajustes em 17 dias. E também contra a nova política de preços da Petrobras - sistema que institucionalizou os aumentos abusivos.

Temer optou por acionar as forças federais depois de se reunir com ministros. A assessoria do Ministério da Segurança Pública informou que o governo vai publicar um decreto na tarde desta sexta-feira para autorizar o acionamento das forças federais.

Apesar do decreto ainda não ter sido publicado, as Forças Armadas já estão mobilizadas, segundo o governo. As Forças vão esperar a publicação do decreto para iniciar os trabalhos.

Ainda de acordo com a assessoria, as rodovias devem ser totalmente liberadas. Com isso, caminhoneiros manifestantes não poderão ficar nem no acostamento. Os militares vão poder entrar em caminhões, se for o caso, para retirá-los da via.

Segundo assessoria do Ministério da Segurança Pública, as forças federais incluem: Exército, Marinha, Aeronáutica, Força Nacional de Segurança e Polícia Rodoviária Federal (PRF).er.

Os caminhões poderão ser apreendidos e os motoristas, presos. Segundo o governo, a prioridade do desbloqueio é garantir abastecimento de combustível em seis aeroportos e duas termelétricas. Entre os aeroportos, estão Brasília, Recife, Congonhas, Confins e Porto Alegre.

Portal CTB com agências

 

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