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A revista britânica The Economist, veículo que reproduz o pensamento da aristocracia financeira internacional, publicou reportagem nesta quinta-feira, 28, com críticas à situação econômica do Brasil e à inabilidade do presidente Jair Bolsonaro em conseguir tocar a agenda liberal prometida pelo ministro Paulo Gudes.

O texto, que traduz o sentimento dominante na banca internacional, sentencia: "a menos que ele pare de provocar e aprenda a governar, seu mandato pode ser curto".

Leia um trecho:

"Uma das principais razões pelas quais Jair Bolsonaro venceu a eleição presidencial do ano passado no Brasil é que ele prometeu colocar a economia em movimento novamente após quatro anos de queda.

“Ao nomear Paulo Guedes como seu super-ministro econômico, ele ganhou o apoio dos grandes negócios e finanças [leia-se: grandes capitalistas estrangeiros]. Muitos supunham que a chegada do governo de Bolsonaro por si só daria vida à economia. Mas três meses depois, continua tão moribunda quanto sempre.

“Os investidores estão começando a perceber que Guedes enfrenta uma tarefa difícil para fazer o Congresso aprovar uma reforma previdenciária que é crucial para a saúde fiscal do Brasil. E o próprio Bolsonaro não está ajudando. (...)".

Com 247

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