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Em 31 de agosto de 2016 o Senado aprovou o impeachment de Dilma Rousseff. Foi a consumação de um golpe de Estado que restaurou o projeto neoliberal, derrotado quatro vezes nas urnas. Uma reforma contra o trabalho, uma política fiscal destrutiva e contraproducente para o desenvolvimento nacional, privatizações e desnacionalização.

Mentiram quando disseram que iriam combater a corrupção, recuperar a economia e acabar com o desemprego. Já somam 64,6 milhões de brasileiros e brasileiras fora do mercado de trabalho, a economia encolheu 7,2% entre 2015/2016 e o país está hoje em frangalhos.

Os golpistas também realinharam a política externa aos interesses de Washington  e apequenaram a posição do Brasil no mundo.

O Brasil quer Lula, embora o líder popular mais querido do mundo tenha sido confinado injustamente numa prisão de Curitiba e proibido de participar da campanha.

O povo dará seu veredito em outubro. Não devemos medir esforços para denunciar os golpistas e eleger candidatos comprometidos com a classe trabalhadora, isolar a extrema direita e derrotar a direita neoliberal.

Quem ganhou com o Golpe

A agenda ultraliberal do golpista Michel Temer está destruindo o país, mas há quem lucre com esse desmonte. Somente os 5 maiores bancos (Bradesco, Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Santander Brasil e Caixa) abocanharam lucro líquido de R$ 21,27 bilhões de abril a junho de 2018, cifra 15,3% maior que o mesmo período do ano passado. Neste mesmo período, 4,8 milhões de brasileiros ficaram desempregados.

ctb jornal 2anosdogolpe temer

*Texto publicado na Edição Especial do Jornal da CTB no dia 31 de Agosto de 2018.

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