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Qui, Maio

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O ataque a tiros contra o ônibus da caravana do ex-presidente Lula nesta terça-feira (27), no Paraná, repercutiu na imprensa internacional. Periódicos renomados de diversas partes do globo destacaram a notícia sobre a violência de grupos fascistas que dispararam quatro tiros contra dois ônibus que integravam a caravana.

O jornal britânico The Guardian afirmou: “Ninguém ficou ferido, e o candidato à presidência não estava nos ônibus atingidos, que transportavam convidados e jornalistas”, informou a matéria, que incluiu uma fala de Gleisi Hoffmann, presidenta do PT: “não é normal que em uma democracia pessoas atirem contra uma caravana democrática”.

O jornal espanhol El País também publicou sobre o atentado, lembrando que o próprio Lula já havia denunciado que a caravana estava sendo perseguida por “grupos fascistas”, e que antes dos tiros atiraram pedras; o jornal lembra ainda que Lula lidera as sondagens para as eleições presidenciais desse ano. O veículo denúncia ainda a violência no Brasil. “A violência de cunho político superou nesse mês a barreira das ameaças no Brasil com o assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco, conhecida pela sua luta contra o racismo, a discriminação e por suas denúncias contra os abusos policiais nas favelas”.

O jornal português Publico também publicou sobre os tiros que atingiram os ônibus da caravana de Lula. “Antes dos disparos, no comício em Foz do Iguaçu, Lula falou das recepções que enfrentou no Sul do país, descrevendo algumas situações como ‘selvajaria’”, escreveu o jornal.

A multiestatal Telesur também noticiou o fato e destacou o tom fascista das manifestações. Ressaltou que, antes do ataque a tiros, outros grupos já haviam feito ações hostis contra o ex-presidente ao longo de sua passagem pelo sul do país.

Já o argentino Página/12 destacou a resposta de Lula ao ataque. O ex-presidente se pronunciou nas redes sociais. “Se pensam que com pedras e tiros vão quebrar minha disposição de lutar estão enganados”.

A agência iraniana HispanTV também ressaltou que os tiros contra os dois ônibus aconteceram depois de uma sequência de manifestações hostis contra o ex-presidente.

Fonte: Portal Vermelho

 

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