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Ter, Mar

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O jornalista Bob Fernandes disse em seu comentário sobre política para o telejornal noturno da TV Gazeta, na segunda-feira (29), que os parlamentares brasileiros “tomam o poder para salvar seus pescoços”, porque 1/3 do Congresso responde a processos na Operação Lava Jato.

Para ele, o golpe parlamentar arrumou uma “gambiarra jurídica para emprestar legitimidade” ao golpe. Porque não existe nenhum termo na Constituição que preveja a destituição de um mandatário por ser mal governante, segundo a visão de alguns.

De acordo com o jornalista, Dilma é atacada pelas ditas peladas fiscais, mas todos os gernantes pedalam, "Temer pedalou", então todos deveriam ser afastados.

“Governo quem remove é o eleitor nas urnas”, argumenta Fernandes. Já esse golpe afasta uma presidenta “que não é acusada de corrupção”. Ele mostra que o processo foi iniciado por Eduardo Cunha, repleto de acusações contra si.

Esse golpe foi dado para “salvar Cunha e sua língua”, que poderia levar à Justiça inúmeros parlamentares. As acusações da Lava Jato “envolvem Temer, PMDB, Serra, Aécio”, acentua Fernandes, além de inúmeros políticos que apearam a presidenta Dilma do poder.

Assista Bob Fernandes 

Tássia Camargo

A atriz Tássia Camargo ironizou a situação vivida pelo país de maneira singular. Escreveu em sua rede social.

"Passado o susto, agora a pouco, só tenho a agradecer, primeiramente a Deus, pelo livramento ocorrido agorinha comigo, no portão da minha casa. Fui abordada por dois ladrões, mas só cuspiram na minha cara e ameaçaram minha vida futuramente, depois do golpe concretizado. Não consegui identificar, mas um deles, um canalha, cafungava muito, o outro me pareceu ter nome de Anestesia.

O que cafungava gritou: ‘Vamo bora, Anestisia!’.

E o tal Anestesia respondeu: ‘Tá bom Ésim, tá bom Ésim’.

Procura-se”.

Para bom entendedor meia palavra basta, diz o dito popular.

Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB

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