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Dom, Jan

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A Argentina amanheceu esta quinta-feira (6) com uma greve geral  contra contra as medidas econômicas do governo de Mauricio Macri.

Convocada pela Confederação Geral do Trabalho (CGT), diversas categorias como trabalhadores do transporte, educação, saúde, metalúrgicos, coletores de lixo entre outros aderiram à paralisação e conta com o apoio da Central dos Trabalhadores da Argentina (CTA) e a CTA-Autônoma.

Em fevereiro, a inflação no país atingiu 2,5%, de acordo com números divulgados pelo Indec (Instituto Nacional de Estatísticas e Censos). Em janeiro, o aumento havia sido de 1,3%. Em 12 meses, o índice já atingiu 25,4%.

A meta do Banco Central do país é de 17% para 2017, mas analistas ouvidos pela imprensa já consideram difícil que ela seja atingida, tamanho o incremento nos dois primeiros meses. A título de comparação, os mercados esperam para o Brasil, neste ano, uma inflação – no acumulado dos 12 meses – em torno de 4,5%.

A greve coincide com a realização em Buenos Aires do Fórum Econômico Mundial para a América Latina.

A CTB emitiu uma nota saudando a iniciativa. “Como demonstrou a década de 1990, não serão as políticas neoliberais aplicadas em Nossa América que resolverão nossos problemas”, diz o comunicado.

Leia a íntegra em espanhol:

La Central de Trabajadores y Trabajadoras de Brasil CTB saluda la huelga general que se lleva a cabo hoy en la Republica Argentina.

Solo la unidad de los movimientos sindical y social, en el enfrentamiento a las políticas neoliberales del gobierno de Mauricio Macri, será capaz de enfrentar la políticas de ajuste, elevar los salarios y crear fuentes de trabajo; que desde el inicio del mandato vienen afectando a la población.

La CTB apoya a los miles de compañeros y compañeras que están hoy en las calles peleando por mejorar las condiciones de vida del pueblo argentino.

Como ya lo demostrara la década del 90, no serán las políticas neoliberales aplicadas en Nuestra America que resolverán los problemas de nuestros pueblos. Hace falta construir la mas amplia unidad para retomar el camino hacia nuestra real y definitiva autodeterminación e independencia.

Viva la unidad de la clase trabajadora!

Adilson Araújo
Presidente Nacional de la CTB

Divanilton Pereira,
Secretario de Relaciones Internacionales

Com informações do Opera Mundi
Imagem: Marcos Brindicci/Reuters

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