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Ter, Mar

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Após uma onda neoliberal varrer a América Latina, surgem alguns sinais de reação ao retrocesso e à perda de direitos fundamentais.

Assim como ocorre no Brasil há mais de um ano, na Argentina vem se fortalecendo a resistência às reformas promovidas pelo governo de Maurício Macri. Centrais sindicais da Argentina convocaram nesta quarta-feira (14) uma greve geral para sexta (15) contra a polêmica revisão do cálculo da previdência.  

A greve, convocada por 24 horas, será a primeira deste governo, e ocorre após diversos protestos populares que levaram milhares de pessoas às ruas no país.

Há duas semanas, cerca de 300 mil argentinos se concentraram em frente ao Congresso contra as reformas previdenciária e trabalhista do governo Macri, que começou a ser discutida no Senado e envolve mudanças nas aposentadorias.

Servidores públicos, docentes em greve, partidos opositores e organizações sociais participaram do protesto. "A história se repete. Cada vez que vem um governo liberal a primeira coisa que se faz é atacar os direitos dos trabalhadores e tentar desprestigiar as organizações sindicais", disse Pablo Moyano, secretário sindical da CGT.

Portal CTB com agências 

 

 

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