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Após 36 anos, neste domingo (2), extrema direita volta à Câmara dos Deputados de Andaluzia, na Espanha. Com 99,7% dos votos apurados, o partido Vox, liderado por Santiago Abascal, somou mais de 391.000 votos (10,9%) e elegeu 12 deputados. Desde que Blas Piñar deixou sua cadeira na Câmara, em 1982, nenhuma força com essas características tinha voltado a pisar em um parlamento do país.

Em post na rede social Twitter, Marine Le Pen, líder do Agrupamento Nacional, cumprimentou a vitória: “Minhas sinceras felicitações aos nossos amigos do Vox, que nesta noite obtiveram um resultado muito significativo para um movimento jovem e dinâmico”.

Xenofobia e apologia à repressão

Os eixos do discurso do Vox foram muito claros: o nacionalismo espanhol, o anti-independentismo, mensagens contra a imigração, a lei da memória histórica e a lei contra a violência de gênero; além de constantes elogios às forças de segurança e ao Exército. 

Sem projeto

Informações das agência internacionais revelam que o grupo de extrema-direita volta a cena política sem ter sequer um programa de Governo para a região.

Durante a campanha, apresentou 100 pontos, dos quais destacamos a criminalização dos imigrantes ilegais e o fim da Câmara regional. O Vox também afirmou ser ao aborto e ao casamento homossexual.

Uma de suas estratégias foi criminalizar os imigrantes. “O Vox foi o partido que marcou o debate político nestas eleições. Colocamos sobre a mesa o controle das fronteiras e acabar com a invasão da imigração ilegal”, disse Javier Ortega, secretário-geral do partido, logo após o resultado. 

Portal CTB - Com informações do El País

 

 

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