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Centenas de costarriquenhos saíram às principais ruas de San José, capital do país, para rejeitar a nova reforma tributária promovida pelo presidente Carlos Alvarado e pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), na última segunda-feira (24).

Cerca de 14 representantes dos principais sindicatos do país, entre eles a Undeca, exigem que o Estado elimine a nova política, rejeitada por 86% da população. A medida prevê o aumento da cesta básica e do imposto sobre o valor agregado para 13%.

“Esta luta é classista, patriótica e revolucionária contra o grande capital e as transnacionais que estão isentas do pagamento de impostos deste pacote fiscal e além disso foram favorecidas”, denuncia o secretário-geral da Undeca e coordenador da Federação Sindical Mundial (FSM) na América Central, Luis Chavarría Vega, por meio de comunicado (leia aqui a íntegra).

Segundo os participantes, a greve, que começou no dia 10 de setembro, é por tempo indeterminado e os manifestantes permanecerão nas ruas até chegarem a um acordo com o governo. 

As organizações sindicais anunciaram que, entre hoje e amanhã (25 e 26), serão realizadas novas manifestações pelo país.  

Com informações da Telesur

 

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