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Ola Bini é nome de um importante ativista digital mundial. Cidadão sueco, foi eleito em 2008 pela revista Computer Sweden um dos dez maiores nomes do design de softwares de seu país. Em 2013, foi viver no Equador, onde trabalhou para a empresa de tecnologia ThoughtWorks. Bini também ministrou oficinas a organizações populares do mundo sobre privacidade da informação e segurança na internet.

Lenín Moreno, atual presidente do Equador, acusa Ola Bini sobre um suposto envolvimento do ativista com atividades hackers, sugerindo que ele teria invadido a sua privacidade. A perseguição começou após um escândalo de corrupção no governo.

A promotoria do Equador acusa Bini de “ataque à integridade de sistemas informáticos”. Um habeas corpus foi deferido e determinou sua soltura. Foi questionado também a atuação das autoridades que conduziram o processo, afirmando não existir elementos sólidos que comprovem a existência de crime, além de fundamentação válida para a prisão e uso de elementos extralegais que atacam princípios do direito penal do país.

A CTB, juntamente com outras entidades dos movimentos sociais do Brasil, repudia essa perseguição contra esse ativista digital, a quem hipoteca sua ativa solidariedade, pois entende que é uma perseguição que visa perseguir os ativistas que lutam pelo direito à privacidade e à liberdade de expressão.

Carlos Rogério de Carvalho Nunes, da Direção Nacional da CTB

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