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O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, denunciou nesta quinta-feira (14) que a direita latino-americana pretende afastar a Venezuela do Mercosul (Mercado Comum do Sul).

Maduro garantiu que a Venezuela vai resistir aos ataques no Mercosul fomentados principalmente pelo Brasil e pelo Paraguai Direto do Panteão Nacional, onde homenageou o Generalíssimo Francisco de Miranda na passagem do 200º aniversário de sua morte, o líder bolivariano afirmou: “Ninguém vai tirar a Venezuela do Mercosul. Não puderam nem poderão! Porque os povos do mundo defenderão os direitos e a soberania da Venezuela”.

A denúncia é feita depois das recentes ações assumidas pelos governos de Argentina, Brasil e Paraguai ao opor-se a que a Pátria de Bolívar assuma a presidência pro tempore do bloco que atualmente se encontra em mãos do Uruguai.

Agressão imperialista

Igualmente, o presidente Maduro qualificou como uma “agressão econômica e financeira” a medida executada pelo banco estadunidense, Citibank, ao fechar as contas do Banco Central da Venezuela (BCV) e do Banco da Venezuela.

“Não há império sobre a terra que possa submeter e pôr de joelhos o povo da Venezuela”, disse o chefe de Estado durante o encerramento do Congresso da Pátria (Capítulo Internacional) que se desenvolveu no marco dos atos comemorativos do precursor da emancipação americana, Francisco de Miranda.

“Isso não se faz sem a aprovação do governo dos Estados Unidos. É uma agressão imperialista, uma guerra econômica”, acrescentou.

Maduro reiterou que a inquisição que perseguiu Miranda é a mesma que arremete contra o povo da Venezuela. “Os projetos de Miranda estão mais vigentes do que nunca, hoje nos perseguem com a mesma inquisição imperial”, afirmou.

Fonte: Resistência

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