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A Federação Sindical Mundial (FSM) divulgou no domingo (5) uma nota de repúdio ao atentado contra a vida do presidente venezuelano, Nicolás Maduro. O fato ocorreu no sábado, na avenida Bolívar, em Caracas, durante um evento militar.

A federação afirma que o movimento sindical internacional classista "está ao lado dos segmentos populares da República Bolivariana da Venezuela" e enfatiza que o povo é a única autoridade competente para determinar o futuro de seu país.

"A FSM, como única central sindical internacional que luta contra o imperialismo e a exploração capitalista, continuará a demonstrar ativa solidariedade à classe trabalhadora venezuelana", diz o texto.

"Exortamos o povo venezuelano a estar vigilante e seguir lutando para aprofundar suas conquistas sociais visando um mundo em que não haja a exploração do homem pelo homem".

Ataque

O presidente venezuelano foi alvo de um atentado com drones carregados de explosivos  — é a primeira vez que se tem notícia de um ataque ao mandatário de um país realizado com este tipo de equipamento.

Em discurso após o atentado, Maduro informou que os "autores materiais do atentado foram capturados". Seis suspeitos foram detidos no sábado. "A investigação está muito avançada. Sem dúvida, lidamos com a situação em tempo recordo e se trata de um atentado para me matar", afirmou.

Maduro acusou a Colômbia e pessoas de dentro dos Estados Unidos de instigarem o que chamou de "atentado da direita". Ele acrescentou "não ter dúvida" de que o presidente colombiano, Juan Manuel Santos, está "por trás desse ataque".

Mas Maduro não apresentou evidências para comprovar a acusação. O governo colombiano negou envolvimento, dizendo que as alegações do venezuelano "não têm base".

Portal CTB

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