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Com a confirmação do impeachment da presidenta Dilma Rousseff, na última quarta-feira (31), diversos países da América Latina e Caribe expressaram seu apoio à democracia e repudiaram o golpe.

Equador, Bolívia e Venezuela anunciaram que vão chamar para consultas o embaixador de seus respectivos países do Brasil, a medida é considerada um dos mais graves gestos da diplomacia.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse ainda que irá congelar as relações políticas e diplomáticas com o governo brasileiro. Em resposta, o Itamaraty chamou para consultas o embaixador brasileiro em Caracas, Ruy Pereira e anunciou que irá chamar de volta os diplomatas em La Paz e Quito.

Em nota, o órgão condenou a posição de Cuba que também divulgou um comunicado rechaçando “energicamente o golpe de Estado” cometido no Brasil e contra a presidenta (leia aqui em espanhol). 

A ex-presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, lamentou, em seu twitter, que a América do Sul esteja de novo sob domínio da extrema direita. E manifestou solidariedade, dizendo: “Nosso coração está junto ao povo brasileiro, Dilma Rousseff, Lula e os companheiros do PT”. 

A Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional (Fmln) de El Salvador denunciou que “é um retrocesso antidemocrático, articulado e dirigido por obscuros setores da oligarquia”, diz o comunicado da organização (leia aqui em espanhol)

Já a central sindical uruguaia PIT-CNT, realizou um ato em repúdio ao impeachment que teve a participação do ex-presidente, José Mujica, que afirmou “O que houve no Brasil foi um golpe de Estado. Coloquem o nome que quiserem, mas é assim”, assegurou Mujica.

O secretário-geral da organização, Marcelo Abdala, disse que a destituição de Dilma foi “obra de corruptos que acusam politicamente Dilma, sem argumento, sem crime cometido”, expressou o sindicalista.

Érika Ceconi - Portal CTB 

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