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Os professores da Universidade Nacional Experimental Rafael Maria Baralt, instituição que, através da docência, investigação e extensão, busca a transformação e desenvolvimento da sociedade venezuelana, emitiram nota denunciando a intromissão dos Estados Unidos nos assuntos internos do país latino-americano. Segue a íntegra:

COMUNICADO

Os professores da Universidade Nacional Experimental Rafael Maria Baralt repudiam o intervencionismo dos Estados Unidos em sua estratégia de deslegitimação do governo do presidente constitucional da República Bolivariana da Venezuela, Nicolas Maduro Moros.

O povo soberano da Venezuela, digno herdeiro do Libertador Simon Bolívar, é o único legitimado para qualificar seu sistema democrático e o fez legal e repetidamente nos últimos 19 anos, ante os olhos do mundo, depositando sua confiança nos resultados de 25 processos eleitorais, assim como nas profundas transformações sociais enunciadas em nossa Constituição.

Portanto, nós, os docentes membros do Sindicato Único Bolivariano de Professores da Universidade Nacional Experimental Rafael Maria Baralt, rechaçamos categoricamente a intervenção e a qualificação de ilegítimo ao governo do presidente Nicolas Maduro emanada a vice-presidência dos Estados Unidos da América, em representação de seu porta-voz, senhor Mike Pence. Venezuela é governada pelos venezuelanos, não aceitamos ingerência imperial, estamos dispostos a defender no cenário que se apresente nossa pátria e nossa soberania.

Do mesmo modo, a República Bolivariana da Venezuela demonstrou crer nas leis internacionais, no diálogo e na autodeterminação dos povos. Neste sentido, exigimos que o governo dos Estados Unidos da Améria não interfira em nossos assuntos internos e respeite o sistema constitucional que o povo soberano da Venezuela construiu com paz, liberdade e independência.

Cabimas, Venezuela, 22 de janeiro de 2019

Fonte: Contee

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