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Após mais de três horas de reunião, realizada na última sexta-feira (17), a ministra do Trabalho da França, Myriam el Khomri e a Confederação Geral dos Trabalhadores (CGT), não entraram em acordo sobre a reforma trabalhista que tem gerado protestos e greves por todo o país.

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“Existem pontos de desacordo entre a CGT e o governo que se confirmaram hoje”, declarou o secretário-geral da entidade sindical, Philippe Martinez. Por sua vez, a ministra disse que vai examinar “atentamente” as propostas apresentadas, mas descartou mudanças nos aspectos mais polêmicos de seu projeto de lei, que flexibiliza as leis trabalhistas.

Diante dos anúncios de novas mobilizações, o primeiro-ministro do país, Manuel Valls, exigiu que central sindical CGT não organize mais protestos em Paris. Ele acusou o maior sindicato francês de fazer poucos esforços para conter manifestantes "violentos".

Já o secretário-geral da União Internacional dos Trabalhadores na Agricultura, Alimentação e Indústria Alimentaria (UIS-Taact) e membro da (FNAF) Federação Nacional da Agricultura da França, Julien Huck destacou que “é responsabilidade do governo e não da CGT garantir a segurança da população francesa”, ele denunciou ainda que “os atos violentos nas manifestações são feitas por grupos neofascistas orquestrados pela polícia para deslegitimar o movimento”, afirmou o sindicalista.

Na última terça-feira (14), dezenas de pessoas, entre manifestantes e policiais, ficaram feridos durante um protesto na capital francesa. As próximas manifestações acontecem nos dias 23 e 28 de junho “com ou sem a autorização do governo”, declarou Julien.

Portal CTB com agências 

 

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