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A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) divulgou, nesta quarta-feira (2), uma nota repudiando a proposta do deputado Sergio Souza (PMDB-PR) em acabar com a Universidade de Integração Latino-americana (Unila).

“A defesa da Unila como projeto de Estado se insere no movimento de resistência em defesa da política internacional de integração latino-americana desenvolvida pelos governos progressistas da América Latina nos últimos anos”, diz o manifesto da central.

Leia abaixo a íntegra do documento:

Em defesa do projeto de Universidade Latino-americana

A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) se manifesta publicamente em defesa da Universidade de Integração Latino-americana (Unila) e repudia a emenda aditiva a Medida Provisória 785/17 de autoria do deputado Sergio Souza (PMDB-PR), que desfigura seu projeto acadêmico e político original.

Esta instituição, mais conhecida como Universidade do Mercosul, com sede na cidade da Foz do Iguaçu, estado do Paraná, desempenha um papel importante na formação de profissionais de alto nível e na integração latino-americana e desenvolvimento regional e com o intercâmbio cultural, científico e educacional da América Latina, especialmente no Mercosul.

Experiências como a Unila demonstram a possibilidade de consonância entre os objetivos acadêmicos e políticos e as agendas de cooperação sul-sul. Cabendo considerar que internacionalização da Educação Superior através da Cooperação solidária Sul-Sul se apresenta como uma perspectiva alternativa à transnacionalização da Educação Superior desenvolvida pelos grandes conglomerados do mercado educativo .

A defesa da Unila como projeto de Estado se insere no movimento de resistência em defesa da política internacional de integração latino americana desenvolvida pelos governos progressistas da America Latina nos últimos anos.

Nesta perspectiva a CTB juntamente com entidades da sociedade civil organizada, instituições públicas e privadas, nacionais e internacionais, uni-se às categorias internas da Unila, no movimento #unilaresiste, compreendendo a importância da continuidade do projeto original da universidade, reafirmando seu compromisso com o desenvolvimento soberano, includente, sustentável e de integração do continente.

São Paulo, 2 de julho de 2017
Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil 

 

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