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O modelo econômico e a política de austeridade imposta pelo sistema capitalista após a crise econômica mundial aumenta a miséria em todos os continentes.

Dados são da Organização das Nações Unidas (ONU) indicam que, em 2017, mais de 821 milhões de pessoas não realizaram as quantidade mínima de refeições necessárias para as atividades diárias, o equivalente às estatísticas de 10 anos atrás.

Também foi destaque o número de crianças afetadas. Apesar dos esforços para combater a desnutrição infantil, aproximadamente 151 milhões de menores de cinco anos passaram fome no último ano. Esse número representa 22% do total de crianças nessa faixa etária no mundo.

O estudo “Estado da Segurança Alimentar e da Nutrição no Mundo” foi anunciado no último dia 11 de setembro por várias agências, como a ONU, Unicef, OMS, Ifad e PAM.

Para a ONU, uma das causas para o aumento no número de pessoas que passam fome vai desde a estagnação econômica e até os avanços conflitos.

Brasil volta ao mapa

O Brasil é citado no estudo como um exemplo dos que estão dando passos para trás. O país chegou a reduzir o número de famílias na miséria entre 2003 e 2014, mas, desde 2016, isso mudou.

Hoje, cerca de 5 milhões de pessoas passaram a viver em situação de insegurança alimentar no país.

Mapa da fome

Veja os números detalhados da desnutrição no planeta:

  • 821 milhões de pessoas passaram fome em 2017, ou seja, uma em cada nove pessoas;
  • Na Ásia: 515 milhões;
  • Na África: 256,5 milhões;
  • Na América Latina e no Caribe: 39 milhões;
  • Mulheres em idade reprodutiva com anemia: 32,8%;
  • Crianças com menos de seis meses com alimentação exclusiva da amamentação: 40,7%;
  • Crianças com menos de cinco anos desnutridas : 150,8 milhões;
  • Crianças com menos de cinco anos afetadas pelo desperdício: 50,5 milhões;
  • Crianças com menos de cinco anos atingidas pela obesidade: 38,8 milhões;
  • Adultos obesos: 672 milhões;

Jornal CTB

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