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Pesquisa PNAD/IBGE aponta que mão de obra  "subutilizada” aumentou 2,1% em um ano e soma agora 27,3 milhões.

O desalento também cresceu (12,6%), chegando a 4,8 milhões de pessoas, 4,3% da força de trabalho. O estado indica que o desemprego recuou, mas a vagas geradas são de empregados sem carteira no setor privado (522 mil, 4,7%), por conta própria ((432 mil, 9%) e sem carteira no setor público (88 mil, 3,6%).

"O problema maior desse avanço foi a geração do emprego sem carteira e por conta própria. Ou seja, avança a informalidade e o aumento da subocupação", alerta o coordenador de Trabalho e Rendimento do instituto, Cimar Azeredo.

Sem carteira

O cenário é aterrorizante. O país passou de 33,3 milhões de empregados com carteira assinada no setor privado, um ano atrás, para 32,9792, menos 327 mil. Os sem carteira aumentaram de 10,910 milhões para 11,511 milhões. E os trabalhadores por conta própria foram de 22,911 milhões para 23,496 milhões.

Jornal CTB - Com informações do IBGE



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