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Desde 2003, o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826) sempre foi ameaçado por tentativas de revogação que agora, com a vitória de Jair Bolsonaro (PSL), podem ser concretizadas.

Na semana passada, primeira semana após o resultado das eleições 2018, o Senado Federal abriu uma consulta pública sobre o tema e a maioria sinalizou que não quer a volta das armas como solução para o problema da segurança pública no País.

O resultado da consulta reaberta no site do Senado mostra que até esta segunda (5), mais de 940 mil pessoas disseram não para a revogação do Estatuto do Desarmamento contra 718.128 que disseram sim. O resultado confirma o que diz a pesquisa DataFolha, realizada em outubro, que mostrou que 55% dos entrevistados concordam com a proibição.

Para o diretor executivo do Instituto Sou da Paz, Ivan Marques, insistir em “armar a população é transformar a sociedade num banho de sangue”.

O alerta do diretor do Instituto Sou da Paz foi feita também nas redes sociais por diversos internautas neste final de semana. E em resposta à crítica de que muitas pessoas inocentes poderiam morrer com a liberação das armas e com a carta branca para “as polícias atirarem para matar”, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, compartilhou uma postagem de um de seus eleitores com a foto descontextualizada e preconceituosa de cinco homens carregando armas.

A resposta era uma ironia ao caso do morador da favela Chapéu Mangueira, Rodrigo Alexandre da Silva Serrano, que foi morto a tiros pela polícia por ter o seu guarda-chuva preto e um “canguru” (espécie de suporte para carregar criança) confundidos com arma e colete a prova de balas.

Jornal da CTB

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