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O 1º de Maio é uma data emblemática da luta contra a opressão e pela liberdade. Surgiu a partir da justa homenagem aos trabalhadores que foram assassinados em Chicago, porque fizeram greve pela redução da jornada de trabalho em fins do século 19.

Atualmente, milhares de pessoas ocupam as ruas em várias cidades do mundo levando as reivindicações por uma sociedade mais justa e menos desigual. Nesse percurso obtivemos conquistas importantes: o advento da legislação trabalhista e o reconhecimento dos sindicatos foram fundamentais para estabelecer um freio na ganância do capital, apontando um caminho mais humanizador.

Contudo, em tempos de crise econômica internacional, sempre tentam colocar em nossas costas os desmandos provocados pelo mercado. Aqui no Brasil, vivemos uma clara ameaça de perda de direitos com a tentativa do Congresso conservador aprovar a PL4330, que amplia a terceirização, o que levaria ao aprofundamento da concentração de renda.

Assim, devemos manter a resistência e buscar a unidade de todos os trabalhadores, construindo uma grande mobilização popular que eleve o nível de consciência do cidadão para enxergar que estamos do mesmo lado na luta por um país mais justo.


Os artigos publicados na seção “Opinião Classista” não refletem necessariamente a opinião da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e são de responsabilidade de cada autor

Augusto Vasconcelos é presidente do Sindicato dos Bancários da Bahia