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Qui, Jul

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Pedro Parente, presidente da Petrobras, e Michel Temer, presidente golpista do Brasil, são os principais responsáveis pela crise dos combustíveis pela qual as brasileiras e os brasileiros estão passando.

Em 2016, quando assumiu a Petrobras, por indicação de Temer, Parente afirmou que a política de preços passaria a ser guiada pelos interesses da empresa, sem influência do governo. Como o governo, supostamente, representa os interesses do povo, o anúncio defendia que os interesses da população não importavam e o que importaria seriam os interesses dos acionistas privados, que em sua maioria são estrangeiros.

Em meados do ano passado, ele anunciou uma nova política de preços, repassando diariamente ao consumidor brasileiro todas as oscilações internacionais dos preços do petróleo e do dólar. Para defender que essa seria uma boa medida e que ela traria benefícios ao consumidor, alegou que seriam repassados também os recuos nos preços, e que esses recuos poderiam ser maiores que os aumentos, fato que a população não presenciou até hoje.

Para termos uma ideia de quanto o povo é penalizado pelas frequentes altas nos preços, em 2016, quando Parente assumiu a pedtrolífera brasileira, a média do valor da gasolina era de R$ 3,64 o litro, enquanto o gás de cozinha valia R$ 56. Hoje, a gasolina custa em torno de R$ 4,70 e o gás de cozinha beira os R$ 70.

A greve dos caminhoneiros é legítima e defende que os interesses da população com um todo sejam levados em consideração, pois não podemos mais aceitar que os interesses dos estrangeiros sejam mais importantes que das brasileiras e dos brasileiros.

Defendemos a Petrobras, defendemos a soberania nacional e a soberania do voto popular!

Silvana Conti é  vice-presidenta da CTB-RS.

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