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A CTB lamenta a morte de Maria Pureza dos Santos Nascimento, de Sergipe, Izabel Gonçalves dos Santos, do Pará, e Maira Ozenira Cardozo Araújo, do Piauí, e envia condolências às famílias. Ciente de que as três margaridas não morreram em vão. “Essa fatalidade ocorrida durante a Marcha das Margaridas em Brasília eleva ainda mais a importância dessas guerreiras que souberam levar a luta das mulheres por dias melhores e por uma vida sem violência e com direitos iguais”, sintetiza Ivânia Pereira, secretária da Mulher Trabalhadora da CTB.

Um pouco da vida das três:

Izabel Gonçalves dos Santos tinha 54 anos e grande vivência pela causa dos povos da floresta no Pará. Atualmente estava presidenta do STTR de Salva Terra-PA, município onde chegou a ser eleita vice-prefeita. Morreu de infarto.

Maria Ozenira Cardoso Araújo tinha 44 anos e ingressou no MSSTR em 1992 quanto se associou no sindicato de Monsenhor Gil-PI. Maria Ozenira foi militante presente nos Gritos da Terra Brasil e Piauí. Também participativa ativamente de outras ações do MSTTR no estado, a exemplo da Marcha das Margaridas 2015 no PI. Ozenira sofreu um acidente vascular cerebral. 

Maria Pureza dos Santos Nascimento é de Japaratuba no Sergipe e tinha 62 anos de idade, dos quais boa parte os dedicou à luta pelos direitos das trabalhadoras e trabalhadores rurais.  Ativa nas ações do MSTTR, Maria Pureza já havia participado de 3 edições da Marcha das Margaridas e de Gritos da Terra Brasil e Sergipe. Ela teve um infarto fulminante. 

O exemplo dessas três pelo respeito aos direitos humanos e de uma vida digna no campo brasileiro as transformam em heroínas do povo brasileiro.

Portal CTB

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