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Seg, Jul

Rurais
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Mais de dois mil trabalhadores e trabalhadoras rurais que participam do 12º CNTTR juntaram-se a outros movimentos sociais do campo, a professores, profissionais de saúde e profissionais de outras categorias no Dia Nacional de Mobilização hoje no Ministério da Fazenda contra o desmonte da Previdência Social, a reforma trabalhista e todas as tentativas de retiradas de direitos dos(as) trabalhadores(as) brasileiros(as). Ao todo, foram mais de sete mil pessoas no ato desta manhã.

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Trata-se de um dos grandes atos previstos para hoje (15), marcado para ser um dia de mobilização e paralisações no País de todos(as) os(as) trabalhadores(as) brasileiros(as), do campo e da cidade. Centrais sindicais e os movimentos sociais querem mostrar para o Congresso Nacional que o povo brasileiro não vai aceitar ser prejudicado, quando existem dezenas de mudanças que devem ser feitas para melhorar a economia e que não oneram os trabalhadores(as), como o fim da sonegação de impostos, a cobrança das dívidas de empresas devedoras, a auditoria da dívida pública, a taxação de grandes fortunas, uma reforma tributária justa, o fim dos desvios de dinheiro e corrupção, entre muitas outras medidas.

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A importância de estar na rua

O sol forte iluminou a caminhada unitária, que partiu da Catedral, seguiu pela Esplanada passando em frente ao Congresso Nacional e depois até o Ministério da Fazenda, onde as entidades que compõem o campo unitário já estavam desde às 5h da manhã de hoje (15). De acordo com a delegada do 12º CNTTR Josefa Rita da Silva, "estamos aqui lutando contra esse que é o pior golpe: o que tira nossos direitos e quer nos matar devagarinho, congelando nossas possibilidades de vida. Estamos aqui para ensinar aos nossos filhos e filhas que temos que lutar pelo que acreditamos. Não vamos deixar esse governo que está aí tirar o que conquistamos", afirmou.

Para o delegado do 12º CNTTR Raimundo Lopes da Silva, "nossa intenção é eliminar essa proposta de reforma da Previdência Social, não queremos que passe de jeito nenhum. Temos companheiros no município que morreram sem se aposentar e, com essa reforma, essa será a regra. Não queremos isso. Sou lavrador e sei na pele que temos que lutar pelos nossos direitos", contou.

Para a secretária dirigente da Fetaemg, Alaíde de Moraes, a perda de direitos das mulheres trabalhadoras é um ato de violência. "Aumentar a idade para aposentadoria até aos 65 anos é negar o trabalho dá mulher na sociedade. Diante de tantos desafios e que devemos tomar parte da nossa luta com união garra e determinação e ecoar em uma só voz e gritar ao mundo que não aceitamos nem um direito a menos", afirmou.

Vilson Luiz, presidente da Fetaemg e secretário de Finanças da CTB, reafirma a luta em defesa da Previdência Social

 

Fonte: Portal CTB com assessoria 12º CNTTR

 

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