Sidebar

18
Qui, Jul

Rurais
Fonte
  • Smaller Small Medium Big Bigger
  • Default Helvetica Segoe Georgia Times

A direção da Fetag recebeu na manhã de hoje (13) a senadora Ana Amélia Lemos para um café na sede da entidade. Na ocasião, o presidente Carlos Joel da Silva entregou um ofício em que pede o apoio da senadora em diversas questões que preocupam os agricultores familiares, tais como Proagro, Seguro Rural, Crédito Fundiário e manutenção dos Ministérios do Desenvolvimento Agrário e Previdência Social. Também participaram os diretores Nestor Bonfanti, Pedrinho Signori, Elisete Hintz, Lérida Pivoto Pavanelo, Diana Hanh Justo e os deputados Heitor Schuch e Elton Weber, além do chefe de gabinete da senadora Marco Aurélio Ferreira.

Joel explicou que o Proagro e Seguro Rural são imprescindíveis para a garantia de recursos orçamentários para as duas modalidades de seguro agrícola, pela importância dos mesmos, especialmente tendo em vista que existe a previsão de La Niña, fenômeno climático que sempre traz estiagens severas ao Rio Grande do Sul. O documento ainda retrata uma política pública de acesso à terra, através do Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF), o qual necessita de melhorias, entre elas a elevação do teto de financiamento para R$ 140 mil, já que hoje está em R$ 80 mil. Além disso, a implementação de um novo modelo de financiamento com fluxo direto junto ao agente financeiro de maneiro como ocorre com o Programa Mais Alimentos, possibilitando maior celeridade.

O dirigente expôs, também, a contrariedade da Fetag em relação à extinção do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), bem como a junção da Previdência Social com o Ministério da Fazenda. “O fim do MDA provocará o enfraquecimento da agricultura familiar, responsável pela garantia e continuidade da segurança e soberania alimentar para os brasileiros. Esse ministério foi o principal responsável pela implementação e ampliação de projetos e políticas públicas”, justificou.

E quanto à junção do Ministério da Previdência Social à Fazenda, a Fetag entende que eles são antagônicos e pelo compromisso histórico com a categoria dos trabalhadores rurais se mostra radicalmente contra a decisão tomada pelo presidente Michel Temer.

Após ouvir a pauta, Ana Amélia disse que tudo ainda é muito recente, já que ontem ocorreu a posse de Temer e seu novo ministério. “Só nas próximas semanas saberemos como será a operacionalização do governo. Temos que pensar também que o afastamento da presidente Dilma é temporário, pois até o fim do julgamento caminharemos sob o fio de navalha. Temos que ter em mente que estamos todos trabalhando transitoriamente, sem saber o que vai acontecer. Mas a Fetag tem o meu apoio”, acentuou a senadora.

Fonte: Fetag-RS

0
0
0
s2sdefault

Quer saber o que acontece no movimento sindical e no mundo do trabalho?

Digite seu nome e e-mail para receber gratuitamente nosso informativo.

Conferência Nacional

banner cndr 2015