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Dom, Maio

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A direção da Federação dos Trabalhadores Assalariados e Assalariadas Rurais do Rio Grande do Sul (Fetar) , se reúne nesta terça e quarta-feira (10 e 11) , em sua sede, em Porto Alegre, para dar sequência ao Planejamento de Atividades 2017.

A entidade decidiu pedir uma audiência com urgência à Superintendência Regional do Trabalho para tratar sobre a precariedade nas relações de trabalho na área rural do Rio Grande do Sul. Conforme Sérgio Poletto, vice-presidente da Fetar, a informalidade, o trabalho infantil e a contratação de trabalhadores através de “gatos”, em especial na fruticultura, além de atrasos nos pagamentos de salários, inclusive muitas empresas sequer pagaram a primeira parcela do décimo terceiro salário são alguns pontos que motivam a audiência.

Ao mesmo tempo, reforça Nelson Wild, presidente da Fetar, existem casos de trabalhadores que são demitidos e suas rescisões não estão sendo quitadas. “Eles são obrigados a entrar na Justiça para receber as verbas rescisórias, fato que é extremamente preocupante. Além disso, se assiste ao incremento da informalidade no campo justamente pela ausência de fiscais do Ministério do Trabalho e Emprego nos últimos anos. A situação se agrava, sem falar na crescente migração de mão de obra irregular nos países do Mercosul. Diante deste contexto, a Fetar exige uma posição do MTE sobre tais temas”, cobrou Wild.

Fonte: Fetar

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