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Nesta quinta-feira (21), a Fetase (Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Sergipe) e seus 74 Sindicatos dos municípios sergipanos realizaram o 7º Grito da Terra Sergipe, na capital Aracaju. A concentração começou no início da manhã na Praça Princesa Isabel, no Bairro Santo Antônio, de lá, eles seguiram em passeata pelas ruas do Centro. “As nossas reivindicações são em prol da melhoria de condições para os trabalhadores e trabalhadoras da Zona Rural do nosso estado”, explica Nunes dos Santos Alexandre, diretor de assalariados da Fetase.

O 7º Grito é uma das mobilizações de massa que faz parte da semana nacional de lutas e negociações do 21º Grito da Terra Brasil. Com o mesmo lema do Grito Nacional “Desenvolvimento Rural Sustentável com garantia de Direitos e Soberania Alimentar” a Federação busca integrar o ato às demais mobilizações do Brasil provocadas pela Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura).

Já no dia 13 de abril, “nós protocolamos uma pauta com o governo do estado e alguns órgãos federais e hoje estamos na rua exigindo respostas à nossa pauta”, garante Alberto Marques Santos, Secretário de Política Agrária da Fetase. Segundo ele, esse evento está acontecendo em Brasília e mais 17 estados do país. Nas audiências o governo sinalizou com positividade para três das principais reivindicações: o empenho na efetivação e implementação do Car (Cadastro Ambiental Rural), assegurando o compromisso de envolver a Emdagro (Empresa de Desenvolvimento Agropecuário do Estado de Sergipe) nessa empreitada.

Para o secretário de Meio Ambiente da Fetase, Lucivânio Aragão “o envolvimento da Emdagro para a efetivação do CAR no estado, é relevantíssimo”. Argumenta o secretário “que a empresa estatal dispõe no seu banco de dados de 70% do georreferenciamento das propriedades rurais, o que viabilizará uma celeridade no processo de execução do CAR”.

Sobre a educação do campo o governador assumiu o compromisso de implementar a Resolução nº 03/2010, que trata do CEE (Conselho Estadual de Educação) onde estabelece as normas e diretrizes de educação do campo.

Para a presidenta Solange Ferreira os pontos das negociações com o governo estadual “são avanços, visto que nos gritos anteriores não conseguimos respostas positivas para agricultura familiar, muito embora, não nos damos totalmente por satisfeitos, a nossa luta pela criação da secretaria não para”. Ainda para a presidenta da Fetase a audiência foi proveitosa, porque o governo articulou a presença de secretários do estado como: Esmeraldo Leal, Sec. da Agricultura Desenvolvimento Agrário e Pesca, Marta Leão, Sec. da Mulher, da Inclusão e Assistência Social, do Trabalho e dos Direitos Humanos, Olivier Chagas, Sec. Meio Ambiente e José Almeida Lima, diretor-presidente da Adema (Administração do Meio Ambiente do Estado).

Fonte: Fetase e agências

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